quinta-feira, 20 de outubro de 2011

LEAving



Estou a adorar esta experiência..
Day by day.. aprendo imenso, enfrento os meus limites, ultrapasso-os e sigo em frente.


Trabalho com uma equipa fantástica. 9 mulheres e o JP, todos super diferentes.
Está a resultar muito bem, tirando alguns pequenos deslizes da minha parte.
Faz parte, não sei tudo. Apesar de estar habituada a ir sabendo..

Mudando de assunto...
Pr'além de adorar conhecer pessoas, adoro desafios.

Neste momento tenho um bem grande em mãos.
Eu não me dou sossego.

Espero safar-me desta sem nenhum arranhão na alma.
Mas será que me entendes?
Pareceu-me que sim.
Ou estou enganada?

sábado, 8 de outubro de 2011

Partilha

Hoje sinto-me bem.
Em sintonia com o mundo, com a vida, com aquilo que conheço.
Foi um dia normal.

Passo a explicar:
Casa - (9h) trabalho - casa (22h)

De dia para dia vou tentando fazer um upgrade à minha pessoa.
Não faço back ups com regularidade.
Só aos files mais importantes.

Dizem que sou individualista, egoísta, que só penso em mim.
Já me questionei acerca deste assunto.
Na verdade, não raras vezes.



Olho para o meu passado e visualizo uma vida de entrega, por inteiro, aos valores e normas pelos quais fui educada.


Não quero com isto vangloriar-me, muito pelo contrário. Só tento sondar o meu interior e as minhas atitudes no sentido de encontrar o fio condutor desse pensamento que têm tecido a meu respeito.


Deus me tem abençoado imenso, não sendo eu merecedora. Mesmo quando não somos fiéis, Ele permanece fiel. Acredito que Deus tem feito prodígios e maravilhas na minha vida, não por de mim, mas pelos meus ascendentes; nomeadamente: Iolanda Rodrigues de Araújo - avó, e Marta Araújo - mãe.

Só peço a Deus que continue dando vida e saúde aos meus velhos (Mãe e Zezinho | Vó e Vô). Que saudade que tenho deles!

Nem sempre temos a possibilidade de estar junto de quem gostamos. Nessa área, sou doutora.
Mas sei que um dia, espero que para breve, estaremos todos juntos novamente.
(A saudade está apertando a minha garganta agora. Não tenho forças para combatê-la.)


A ideia de viver uma perda nessa área, de vez em quando passa pela minha cabeça.

Choro cada vez que isso acontece.

Não suporto pensar que, segundo o curso normal da vida, isso é uma certeza.

É demasiado real.

Embora às vezes pareça, a vida não é um churrasco.